O Superintendente Federal da Pesca e Aquicultura do Paraná, José Wigineski, recebeu na semana passada, no escritório da SFPA/PR em Curitiba, a visita do Deputado Estadual, Elton Welter, do Prof. Dr. Armin Feiden e da Acadêmica de Engenheira de Pesca e Ana Maria da Silva, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no Município de Marechal Cândido Rondon, que vieram apresentar projetos de inclusão do pescado na merenda escolar.
A produção de pescado no Estado do Paraná tem tido um grande crescimento nos últimos anos. Um crescimento ordeiro com respeito ao meio ambiente e com monitoramento da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura deste estado. Além das ações promovidas pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, a criatividade e a dedicação, tem sido fatores determinantes neste aspecto, prova disso está no Município de Marechal Cândido Rondon, situado no oeste paranaense, com população de 46.799 habitantes (Censo 2010), que através da Unioeste, Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq) ? Unioeste / Toledo, com o projeto da Universidade Sem Fronteiras e parceiros como a Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná, Fundação Araucária, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior / SETI e Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon, vêm desenvolvendo um projeto que irá beneficiar de 15 a 20 mil crianças de 23 escolas deste município, trata-se do projeto "Sistema de Produção de Produtos Processados com Peixe para Inclusão na Merenda Escolar", de responsabilidade do Prof. Dr. Nardel Luiz Soares da Silva, Prof. Dr. Armin Feiden, Prof. Dr. Pedro Celso Soares da Silva , além dos recém formados Rosemary Tuzi Domiciliano, Ana Paula Leonel, Claudio Utech e Ana Maria da Silva, todos da Universidade.
O projeto visa o processamento de produtos de pescados para a inclusão na merenda escolar, fortalecimento de produtores e pescadores da região e difundir a tecnologia com empresas do setor e com as entidades parceiras.
Através de um convênio com a Prefeitura de Marechal Rondon, está sendo colocada em funcionamento uma cozinha industrial do Módulo Cidadão no Centro Municipal de Ensino Profissionalizante. A própria prefeitura tem comprado os peixes dos produtores da região Em Itaipu os produtos são submetidos a uma despolpadeira, que retira toda a espinha e gordura do peixe, ficando apenas a carne para a elaboração dos pratos.
A análise sensorial foi feita com os alunos de uma das escolas, onde o número de crianças carentes é muito grande, muitas vezes, a merenda escolar é a única refeição destes alunos. Num primeiro momento foi feito uma pesquisa para saber o que as crianças gostariam de experimentar, nada é forçado, num outro segmento elas provam e dão notas. O prato para teste foi almôndegas de peixe com molho de tomate, que teve uma aprovação muito boa pelos alunos.
A intenção é que no futuro as crianças possam experimentar outros produtos a base do peixe. Como: fishburguer, kibe de peixe, patê de peixe, nuggets de peixe, lingüiça de pacu, além de bolo de chocolate e bolo de cenoura feitos com tilápia. Os alimentos não são fritos, apenas assados. Está em estudo produtos como salsicha de peixe e macarrão com 20% de tilápia ( na própria essência da massa).
Para José Wigineski o que acontece em Marechal Rondon vêm de encontro com uma das prioridades do Ministério da Pesca e Aqüicultura. "A Ministra Ideli Salvatti disse querer apostar na alimentação escolar, motivando assim o consumo de pescado em todo o país".citou.
Pescado nas Escolas do Paraná
O Prof. Dr. Armin Feiden e a acadêmica Ana Maria encaminharam propostas de parceria com o Ministério da Pesca e Aqüicultura, através da SFPA/PR e apresentaram a necessidade da criação de um Centro de Referência em Tecnologia do Pescado, onde haveria um treinamento para capacitação das pessoas envolvidas no projeto, com equipamento, cozinha industrial, laboratório, entre outros. "Com este centro poderíamos atender outros municípios que estivessem interessados no projeto, aumentando e muito o número de alunos atendidos na merenda escolar, aumentando a produção e a renda dos produtores de cada região", argumentou.
José Wigineski disse que o MPA tem grande interesse em propagar ações que promovam a erradicação da fome e da miséria, o desenvolvimento econômico inclusão social. Colocar o pescado na merenda escolar é sem dúvidas um ponto de partida para que esses fatores aconteçam. " Creio que devemos aproveitar o potencial do setor no nosso estado e expandir para discutirmos o projeto não só com a região Oeste, mas também com o Território do Paranapanema e Litoral", acrescentou.
Wigineski pedirá agilidade aos Colegiados dos Territórios para que junto com as prefeituras que queiram ser parceiras, possam se mobilizar e encontrar caminhos para a realização do projeto.
O Professor Feiden sugeriu um workshop nos territórios citados, o que foi prontamente aprovado por todos.
***Merenda Escolar***
Alguns produtos que compõem a merenda escolar serão produzidos, nesta quinta-feira (17) e sexta-feira (18), pela a acadêmica Ana Maria e parte da equipe do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo. Os produtos serão apresentados à Ministra da Pesca e Aquicultura Ideli Salvati.
Da Assessoria - Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura do Paraná
Merenda escolar, uma nova geração consumindo o pescado
Postado em 15/02/2011
O Superintendente Federal da Pesca e Aquicultura do Paraná, José Wigineski, recebeu na semana passada, no escritório da SFPA/PR em Curitiba, a visita do Deputado Estadual, Elton Welter, do Prof. Dr. Armin Feiden e da Acadêmica de Engenheira de Pesca e Ana Maria da Silva, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no Município de Marechal Cândido Rondon, que vieram apresentar projetos de inclusão do pescado na merenda escolar.
A produção de pescado no Estado do Paraná tem tido um grande crescimento nos últimos anos. Um crescimento ordeiro com respeito ao meio ambiente e com monitoramento da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura deste estado. Além das ações promovidas pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, a criatividade e a dedicação, tem sido fatores determinantes neste aspecto, prova disso está no Município de Marechal Cândido Rondon, situado no oeste paranaense, com população de 46.799 habitantes (Censo 2010), que através da Unioeste, Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq) ? Unioeste / Toledo, com o projeto da Universidade Sem Fronteiras e parceiros como a Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná, Fundação Araucária, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior / SETI e Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon, vêm desenvolvendo um projeto que irá beneficiar de 15 a 20 mil crianças de 23 escolas deste município, trata-se do projeto "Sistema de Produção de Produtos Processados com Peixe para Inclusão na Merenda Escolar", de responsabilidade do Prof. Dr. Nardel Luiz Soares da Silva, Prof. Dr. Armin Feiden, Prof. Dr. Pedro Celso Soares da Silva , além dos recém formados Rosemary Tuzi Domiciliano, Ana Paula Leonel, Claudio Utech e Ana Maria da Silva, todos da Universidade.
O projeto visa o processamento de produtos de pescados para a inclusão na merenda escolar, fortalecimento de produtores e pescadores da região e difundir a tecnologia com empresas do setor e com as entidades parceiras.
Através de um convênio com a Prefeitura de Marechal Rondon, está sendo colocada em funcionamento uma cozinha industrial do Módulo Cidadão no Centro Municipal de Ensino Profissionalizante. A própria prefeitura tem comprado os peixes dos produtores da região Em Itaipu os produtos são submetidos a uma despolpadeira, que retira toda a espinha e gordura do peixe, ficando apenas a carne para a elaboração dos pratos.
A análise sensorial foi feita com os alunos de uma das escolas, onde o número de crianças carentes é muito grande, muitas vezes, a merenda escolar é a única refeição destes alunos. Num primeiro momento foi feito uma pesquisa para saber o que as crianças gostariam de experimentar, nada é forçado, num outro segmento elas provam e dão notas. O prato para teste foi almôndegas de peixe com molho de tomate, que teve uma aprovação muito boa pelos alunos.
A intenção é que no futuro as crianças possam experimentar outros produtos a base do peixe. Como: fishburguer, kibe de peixe, patê de peixe, nuggets de peixe, lingüiça de pacu, além de bolo de chocolate e bolo de cenoura feitos com tilápia. Os alimentos não são fritos, apenas assados. Está em estudo produtos como salsicha de peixe e macarrão com 20% de tilápia ( na própria essência da massa).
Para José Wigineski o que acontece em Marechal Rondon vêm de encontro com uma das prioridades do Ministério da Pesca e Aqüicultura. "A Ministra Ideli Salvatti disse querer apostar na alimentação escolar, motivando assim o consumo de pescado em todo o país".citou.
Pescado nas Escolas do Paraná
O Prof. Dr. Armin Feiden e a acadêmica Ana Maria encaminharam propostas de parceria com o Ministério da Pesca e Aqüicultura, através da SFPA/PR e apresentaram a necessidade da criação de um Centro de Referência em Tecnologia do Pescado, onde haveria um treinamento para capacitação das pessoas envolvidas no projeto, com equipamento, cozinha industrial, laboratório, entre outros. "Com este centro poderíamos atender outros municípios que estivessem interessados no projeto, aumentando e muito o número de alunos atendidos na merenda escolar, aumentando a produção e a renda dos produtores de cada região", argumentou.
José Wigineski disse que o MPA tem grande interesse em propagar ações que promovam a erradicação da fome e da miséria, o desenvolvimento econômico inclusão social. Colocar o pescado na merenda escolar é sem dúvidas um ponto de partida para que esses fatores aconteçam. " Creio que devemos aproveitar o potencial do setor no nosso estado e expandir para discutirmos o projeto não só com a região Oeste, mas também com o Território do Paranapanema e Litoral", acrescentou.
Wigineski pedirá agilidade aos Colegiados dos Territórios para que junto com as prefeituras que queiram ser parceiras, possam se mobilizar e encontrar caminhos para a realização do projeto.
O Professor Feiden sugeriu um workshop nos territórios citados, o que foi prontamente aprovado por todos.
***Merenda Escolar***
Alguns produtos que compõem a merenda escolar serão produzidos, nesta quinta-feira (17) e sexta-feira (18), pela a acadêmica Ana Maria e parte da equipe do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo. Os produtos serão apresentados à Ministra da Pesca e Aquicultura Ideli Salvati.
Da Assessoria - Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura do Paraná
Ciclo de palestras é realizado nesta semana em Boa Vista da Aparecida
Postado em 14/02/2011
Uma das palestrantes do primeiro ciclo, Jakeline Marcela Azambuja de Freitas, disse que os participantes interagiram com os técnicos. Eles tiraram dúvidas e também falaram de suas experiências. "Apesar de o público ter sido pequeno, o evento foi satisfatório. Foi uma oportunidade dos participantes aprenderam e entenderam as atividades que são realizadas no CDT-Iguaçu".
Confira a programação
Palestra: Piscicultura em Águas Públicas
Palestrante: Engenheiro Agrônomo, Dr. Aldi Feiden
Palestra: Piscicultura Orgânica em Tanque-Rede
Palestrante: Engenheiro de Pesca, Dacley Hertes Neu
Palestra: Microbiologia do Pescado e Boas Práticas de Manipulação; Técnica em Processamento e Produção do Pescado
Palestrante: Engenheira de Pesca, Jakeline Marcela Azambuja de Freitas
Palestra: Utilização de Resíduos
Palestrante: Engenheira de Pesca, Joana Finkler
Palestra: Qualidade de Água
Palestrante: Engenheiro de Pesca, Ronan Roger Rorato
Técnico defende projeto de mestrado nesta sexta-feira
Postado em 11/02/2011
Nesta sexta-feira (11), o técnico, Dacley Hertes Neu, do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo, vai defender a sua dissertação: "Glicerol para a tilápia do Nilo". A defesa está marcada para às 14h, na sala de reuniões do GEMAq. Participam da banca: o Dr. Wilson Rogério Boscolo, Dr Aldi Feiden e Dr. Adilson Reidel.
Para desenvolver o projeto da dissertação, Neu explica que foi realizado dois experimentos: "Energia digestível de diferentes fontes de gliceróis para a tilápia do Nilo" e 'Inclusão de glicerol na dieta de juvenis de tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus)'.
O primeiro estudo teve como objetivo determinar os valores de energia digestível de diferentes fontes de glicerol para a tilápia do Nilo. Foram utilizados 40 peixes, os quais receberam quatro dietas experimentais, sendo uma referência e três testes, compostas com a inclusão de 20% do alimento teste e 80% da dieta referência. "Os gliceróis avaliados foram: glicerol bruto óleo vegetal (GBV), glicerol semi-purificado misto (GSM) e glicerol semi-purificado vegetal (GSV). Este estudo não apresentou diferenças entre os valores de energia digestível dos gliceróis GBV e GSM, que foram superiores ao GSV".
No segundo experimento foi avaliado a inclusão de glicerol na dieta de juvenis de tilápias do Nilo, e seu efeito sobre o desempenho zootécnico, alterações bioquímicas no sangue e composição centesimal na carcaça dos peixes. "Neste experimento constatou-se que o glicerol pode ser utilizado em rações para peixes como suplemento energético, fornecendo energia, até o nível de 10%, sem causar danos para o desempenho zootécnico, composição bioquímica e centesimal dos peixes".
Engenheiro Agrônomo conta a experiência de estudar fora do país
Postado em 10/02/2011
O técnico do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Unioeste, Arlindo Fabricio Corrêa, está intermediando está apresentação a equipe. "Dias vai falar sobre como ingressar em um mestrado fora do Brasil; quais são as dificuldades de estudar mestrado e doutorado em outro país, entre outros fatores. Dias começou a fazer mestrado na USP, porém estava tentando uma vaga de mestrado na França ou no Canadá e, surgiu a oportunidade".
Testes analisando grau de hidrólises são realizados no GEMAq por nutricionista
Postado em 09/02/2011
Nestes testes, Juliana está verificando qual a melhor porcentagem para colocar a enzima, porque o processo depende de alguns fatores como: temperatura, PH, relação enzima/substrato, tempo de hidrólise e atividade específica da enzima. "Os testes estão sendo realizados com aparas de peixe e corte em "V" com 0,2% e 0,5% de enzima para 500g de matéria-prima. O objetivo é analisar qual a melhor porcentagem da enzima para que o processo resulte em um hidrolisado com as características desejadas". Na sequência, será analisado o grau de hidrólise obtido por cada enzima.
Testes
Há alguns dias, a nutricionista analisou alguns reagentes para realizar o teste do grau de hidrólise no LQA. Na época, Juliana disse que os testes são necessários para diagnosticar uma determinada metodologia a ser usada no experimento.
**Fique Sabendo**
Juliana Veit explica que o hidrolisado é recomendado para as pessoas com dificuldades na absorção da proteína. Geralmente, a substância é utilizada em dietas de pacientes com câncer, doenças hepáticas, entre outros.
O que é
O hidrolisado, segundo Juliana, é um processo pelo qual a proteína é submetida a algum tipo de quebra, diminuindo o seu tamanho e é bastante utilizado em indústrias alimentícias.
Pesquisadora desenvolve novas tecnologias para destinação de resíduos orgânicos
Postado em 09/02/2011
Nesta semana, a zootecnista, Drª Rose Meire Vidotti, vai entregar o plano de trabalho no Centro de Aquicultura, da Unesp. O experimento - que deve ser montado nos próximos dias - tem como objetivo buscar novas tecnologias para dar um destino correto aos resíduos orgânicos. A profissional explica que no aproveitamento integral da tilápia são utilizados os resíduos da cadeia produtiva. "Realizo pesquisas para desenvolver tecnologias utilizando os resíduos de produção, como peixes que morrem no transporte ou na despesca. Atualmente, a tecnologia mais adequada é a chamada compostagem orgânica, onde são utilizados restos agrícolas. A tecnologia é formada por uma fonte de decomposição lenta com uma rápida".
Ela ainda acrescenta que a decomposição é composta por resíduos de animais, resto de jardinagem, resíduos de serraria, palha de milho, arroz, café, entre outros. "A tecnologia pode ser empregada em várias culturas. O composto orgânico é usado em toda a produção orgânica da agricultura, pode ser utilizado na hora ou na produção de café orgânico. É o destino correto para animais mortos de qualquer produção".
Experimento
A zootecnista conta de um experimento que avaliou os resíduos de processamento para pequenas filatedoras. A metodologia utilizada gerou 500 quilos de carcaça por dia. As outras tecnologias destacadas apresentaram um alto investimento, o que era inviável para o pequeno frigorífico da unidade de beneficiamento. "Avaliamos três fontes de carbono: pó de serra, palha de milho, arroz e palha de arroz. Para o pequeno produtor ou a agricultura familiar é uma tecnologia simples com baixo investimento. Tivemos bons resultados, mas precisamos aprimorar. Na época, tínhamos poucos conhecimentos do processo. Agora, desenvolvermos novas pesquisas e misturaremos outras fontes".
*Rose Meire Vidotti é zootecnista, Drª em Aquicultura, pesquisadora científica da Secretaria de Agricultura de São Paulo, docente credenciada no Programa de Pós Graduação em Aquicultura do Centro de Aquicultura da Unesp e pesquisadora associada do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo.
Toledo terá escritório regional da Pesca, diz Welter
Postado em 07/02/2011
A contrapartida que cabe ao município será um espaço físico para o escritório e um estagiário, condição segundo Welter, aceita pelo município. Para agilizar a instalação do escritório, neste primeiro momento, o Governo Federal garantirá três técnicos, um concursado e dois contratados.
"Politicamente está tudo certo, Wigineski representando a ministra da pesca Ideli Salvatti, nos garantiu a instalação do escritório em Toledo, e o prefeito Schiavinato foi muito receptivo e deu o aceite na parceria, agora é uma questão administrativa até assinarmos o Convênio".
Mais informações clique aqui
Da Casa de Notícias
Técnico apresenta trabalho no XIX Encontro Brasileiro de Ictiologia
Postado em 04/02/2011
Nesta sexta-feira (04) encerra o XIX Encontro Brasileiro de Ictiologia, realizado no Centro de Convenções do Studio 5 Mall, em Manaus (AM). O tema principal do evento é: Fronteiras do conhecimento em Ictiologia, ou seja, buscou discutir um olhar para o futuro da ictiologia. O zootenista, Dr. Fábio Pedron - técnico do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo - participou do evento e, hoje vai apresentar o trabalho: "Correlação de parâmetros reprodutivos em diferentes classes de peso de fêmeas do Jundiá". Durante a realização do trabalho, Pedron explica que foi avaliado o tamanho do ovo, rendimento de carcaça e o índice de gordura da fêmea.
A pesquisa foi realizada pelo professor Dr. Altevir Signor no CDT - Iguaçu.
Evento
Segundo informações no site de divulgação do evento, é a primeira vez que o encontro é trazido para Manaus e que em duas décadas, a ictiologia brasileira entrou em um patamar de excelência em várias áreas de estudos relacionadas a peixes neotropicais perpassando a sistemática, taxonomia, estudos genéticos e de ultra-estruturas, análises da reprodução, conhecimento de ecossistemas aquáticos e interações dentro das comunidades ícticas até a compreensão de padrões biogeográficos e evolutivos.
Tecnologia do Chile deve aumentar produção de tilápia em SP, afirma Gonçalves
Postado em 03/02/2011
O zootecnista, Dr. Giovani Sampaio Gonçalves, disse que neste ano, o principal desafio é aumentar a escala de produção para reduzir os custos no cultivo. Os produtores da região estão investindo em uma tecnologia semelhante à utilizada no Chile. "Alguns tanques-redes e técnicos do Chile estão no Brasil para fazer a instalação da tecnologia. O objetivo é produzir um volume maior com um custo menor para as propriedades se tornarem mais competitivas. Três empresas estão recebendo os tanques para iniciarem os testes e já contrataram os técnicos do Chile para fazer com que a tecnologia seja adaptada para a tilápia". Ele ainda acrescenta que a tecnologia do Chile é formada por tanques-redes de grande volume; alimentação, despesca e classificação automatizada. "A tecnologia está sendo implantada e o resultado deve surtir daqui a quatro meses".
Tilapicultura
Gonçalves explica que a característica principal da tilapicultura é a produção em tanques-redes de aproximadamente 18m³ e com uma tendência de crescimento dos tanques-rede de 100m³. As diferenças no cultivo de tilápia do Paraná para São Paulo estão relacionadas ao sistema de produção. No Oeste do Paraná, o cultivo é realizado em tanques escavados. Em São Paulo, em tanques-redes. Outro fator que difere é o custo de produção. "Aqui, no Paraná o valor é considerado menor que em São Paulo. No tanque-escavado tem um custo de produção menor em relação a alimentação e o manejo. A ração possui um custo menor em relação a São Paulo, pois o alimento pode ser complementado com um produto natural que está na água. No cultivo em tanque-rede isto não é possível e, consequentemente, o preço na venda da tilápia é um pouco maior. Em São Paulo se comercializa tilápia para frigoríficos em torno de R$ 3,10 o quilo, para pesque-pague na faixa de R$ 3,50. No Paraná, o valor é menor".
Consumo
O profissional disse que o consumo do pescado tem tido um aumento. As pisciculturas existentes estão tendo um crescimento e outras estão iniciando a atuação nesta área. "É observado que o crescimento aconteceu em pouco tempo. Aumentou na região e no estado o número de frigoríficos, indústrias, fábricas de rações. Algumas pisciculturas dobraram o volume em menos de 12 meses".
Economia
A característica econômica da cadeia, em São Paulo, segundo o zootecnista, é diferenciada. Há o pequeno produtor com cerca de 50 tanques e que faz da atividade a própria renda. No entanto, também há os grandes investidores de pisciculturas com até mil tanques-redes - um investimento a parte.
Profissionais
Com relação à disponibilidade de profissionais, Gonçalves disse que há uma carência de profissionais desde para desenvolver atividades simples até uma mão-de-obra especializada, como gerente de piscicultura ou frigorifico.
Capacitação Técnica é realizada no CDT Iguaçu
Postado em 02/02/2011
Nesta quarta-feira (02), a equipe do Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (GEMAq), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo, realiza uma capacitação técnica no Centro de Desenvolvimento Tecnológica (CDT - Iguaçu), em Boa Vista da Aparecida. Da capacitação participam estudantes e produtores da região.Segundo um dos palestrantes, o Dr. Aldi Feidein, o objetivo do CDT é difundir tecnologia na área de aquicultura e, neste ano, as palestras serão periódicas. "Também é função da Universidade Pública fazer a integração de novas tecnologias ou pesquisas a sociedade".
Programação
Palestra: Piscicultura em Águas Públicas
Palestrante: Zootecnista, Dr. Aldi Feiden
Palestra: Piscicultura Orgânica em Tanque-Rede
Palestrante: Engenheiro de Pesca, Dacley Hertes Neu
Palestra: Microbiologia do Pescado e Boas Práticas de Manipulação; Técnica em Processamento e Produção do Pescado
Palestrante: Engenheira de Pesca, Jakeline Marcela Azambuja de Freitas
Palestra: Utilização de Resíduos
Palestrante: Engenheira de Pesca, Joana Finkler
Palestra: Qualidade de Água
Palestrante: Engenheiro de Pesca, Ronan Roger Rorato







